1ª Mostra de Ferromodelismo de Sumaré

Data da Realização – 09/11/219

Em nome da organização do encontro de Ferreomodelismo de Campinas junto do Foster Moz na presença da realização da 1 Mostra de Ferromodelismo Villa Flora sumare, ocorrida dia 09/11/2019, das 09 às 17 horas, gostaríamos de agradecer ao Aprigio Barba diretor da pasta de Cultura da associação dos moradores Villa Flora sumaré por acreditar e dispor do espaço da praça da Fazenda para que a Mostra fosse realizada.

Agradecer também ao Marcelo Rodrigues da Rumo e toda a Equipe da Rumo envolvida na parceria e divulgação. Contando também com disponibilização do veículo rodo ferroviário que por sinal fez muito sucesso na mostra ocorrida.

Agradecer aos amigos expositores, Lojistas que dispuseram de tempo para estar lá presente em um dia tão agradável, agradecer a equipe do Diego do Food Truck que marcaram presença com belíssimos produtos na parte voltada a alimentação, lanches, porções sorvetes e um agradável choppinho, agradecer aos visitantes e amigos. Já conhecidos do hobby e as pessoas e amigos do Villa Flora, moradores que por ali estiveram e garantiram com esta união um Sucesso com resultado de uma salva de Palmas pois quando nos unimos para fazer o que gostamos que é para divulgar o hobby em um local com uma comunidade tão agradável. Crescemos e somos melhores.

Agradecer também a ABPF e CPTM pela ajuda na Divulgação.

Ontem tivemos presentes em nossa 1 Mostra de Ferreomodelismo Villa Flora sumare a presença de aproximadamente 1500 pessoas.

Meus cumprimentos cordiais a todos.

A LOCOMOTIVA SD18

EMD SD18 é uma locomotiva diesel-elétrica de 6 eixos motorizados (C-C) construída entre Abril 1960 e Março de 1963 pela Electro-Motive Division (EMD), foram produzidas um total de 70 unidades.

Alimentada pelo motor diesel 2 tempos 16-567D1 de 1800 hp.

No Brasil a Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) adquiriu um total de 45 unidades em 1961, que reinaram até a chegada das EMD SD38, mais potentes e modernas. Hoje ainda 10 destas locomotivas estão rodando na atual MRS Logística e sua numeração é 50XX. São carinhosamente chamadas de “ciquentinhas”. Foram usadas pela RFFSA junto com as ALCO RSD-12 principalmente nos trens de minério. Com a chegada dasEMD SD38M foram transferidas para outros serviços, chegando a puxar os trens de passageiros.

Um fato curioso, quando sua chegada na Central, algumas delas chegaram a permanecer até vários dias ligadas, por nem todos os maquinistas terem instruções de como ligar as novas Diesel – Elétricas.

Devido a idade avançada as 5016, 5026 e 5031 trabalham somente com os trens de manutenção e reservas de pátios, porém, ainda operam com o motor diesel original 16-567-D-1. As outras 7 unidades, todas reformadas e modernizadas, receberam pintura MRS, 5 delas equipadas com o motor 16-645-D-1 (modificação do antigo 16-567-D-1) e duas equipadas com o 16-654-E3 (5005 e 5038) onde foi necessário fazer uma pequena modificação nas tubulações de água dos radiadores para o motor diesel.

Fonte: www.wikipedia.org.br

A Fábrica Atlas Model Railroad

Atlas Model Railroad, é uma empresa Norte americana, fabricante de artefatos de ferromodelismo, a maioria nas escalas O (1/48), HO (1/87) e N (1:160).

Fundada em 1924 pelo emigrante checoStephan Schaffan Sr., a empresa começou como uma loja de máquinas em geral numa pequena garagem em NewarkNova Jersey. Com sua experiência anterior na fabricação de ferramentas, Schaffan se formou como primeiro da classe na Essex County Vocational School em 1933. Stephan Schaffan Jr. se juntou ao pai nos negócios com a idade de 16 anos. Steve Jr. construía modelos de aviões e frequentava as lojas de hobby locais. Com o espírito empreendedor que tinha, logo conseguiu trabalho melhorando e customizando alguns itens de ferromodelismo. Naquela época, os ferromodelistas tinham que montar tudo do zero. Steve Jr. criou o “switch kit”, que vendeu tão bem, que toda a família trabalhava na sua produção à noite. Logo em seguida, Steve Jr.desenvolveu um sistema de grampos para fixar os trilhos numa posta de fibra, e como consequência, produziu os primeiros desvios pré-montados e também a “pista flexível”. Todos esses produtos e mais alguns, ajudaram a popularizar o ferromodelismo e criaram um hobby de massa. Com o sucesso do negócio, pai e filho constituíram a primeira fábrica em HillsideNova Jérsei, em 1947. Em 30 de setembro de 1949, a Atlas Tool Company Inc., já com o status de “fábrica”, foi oficialmente criada.[

Por seus méritos, Steve acabou se tornando um líder inovador do ferromodelismo, conhecido mundialmente. Ele criou produtos que se tornaram legendários, como: a Super-Flex® Track, os Snap-Switches®, os desvios Custom-Line®, entre outros. O sucesso de seus produtos na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos, elevaram o ferromodelismo a um novo patamar. Em 1985, Steve recebeu uma homenagem póstuma pela qualidade de suas invenções da Model Railroad Industry Association, e foi incluído no “hall da fama” daquela instituição. Ele também foi indicado e entrou para a National Model Railroad Association Pioneers of Model Railroading em 1995. Ao longo dos anos, a Atlas vem constantemente expandindo sua linha de produtos em todos os aspectos do ferromodelismo nas escalas HO e N, com uma enorme gama de modelos e esquemas de cores e decorações. Os produtos da Atlas se destacam por sua riqueza de detalhes, acabamento delicado, porém resistente, além de um excelente passo e operação suave em baixas velocidades. Ela produz também todos os acessórios necessários para controlar os trens, mantendo o mesmo nível de qualidade.

Fonte: https://pt.wikipedia.org

As Locomotivas Alco FA1

As locomotivas ALCo FA-1 foram compradas pela Central do Brasil em 1948, junto a American Locomotive Company e foram númeradas inicialmente de 3201-3212.

Foram utilizadas para tracionar os trens de passageiros ligando o Rio de Janeiro e São Paulo (Santa Cruz) e entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Vera Cruz).

Foram adquiridas 12 unidades de 1500 hp, bitola de 1,60 m equipadas com o motor ALCo 244 (V-12) com parte elétrica fornecida pela GE. O motor diesel foi o mesmo utilizado na locomotivas GE 244 adquiridas na década de 1950.

Possuiam rodagem B-B, com peso total de 108 t e velocidade máxima de 100 km/h.

Resultado de imagem para as locomotivas FA1

Curiosidades

  • Em 1989 foi lançado um modelo desta locomotiva pela Frateschi, com os dois padrões de pintura que a mesma possuir, Central do Brasil (Papo-Amarelo) e RFFSA (vermelho e amarelo).
  • Não existe mais nenhuma locomotiva deste tipo em condições operacionais no Brasil, em 2005 um exemplar encontrava-se no Museu do Trem, mas sem condições operacionais.

Fonte: http://www.wikipedia.org.br

A Locomotiva Vapor 119 Union Pacific

A Union Pacific No. 119 foi uma locomotiva a vapor da classe 4-4-0 que entrou para a história como uma das duas locomotivas (a outra era conhecida como Jupiter) a participar da Cúpula de Promontory durante a cerimônia do Golden Spike em comemoração a conclusão da Primeira Ferrovia Transcontinental.

A No. 119 foi construída em novembro de 1868 pela Rogers Locomotive and Machine Works, de Paterson, Nova Jérsei. A locomotiva foi adquirida pela Union Pacific Railroad.

Fonte: www.wikipedia.org.br

O Acidente Ferroviário de Itaquera

O Acidente Ferroviário de Itaquera ocorreu no dia 17 de fevereiro de 1987, na Estação Itaquera (município de São Paulo), administrada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU)[1]. O choque entre duas locomotivas foi um dos acidentes ferroviários com maior número de vítimas fatais do Brasil.

Histórico Acidente

Incêndio.

O acidente envolveu duas composições: a primeira, de prefixo UW 56, havia partido da estação Roosevelt (atual Brás no município de São Paulo) em sentido a Mogi das Cruzes; enquanto a segunda, de prefixo UW 77, saía do município de Mogi das Cruzes para o centro de São Paulo no sentido inverso. Ambas as composições carregavam em torno de 3000 passageiros cada uma. Em razão da ocorrência de obras de manutenção dos trilhos, a composição que partiu de São Paulo mudou de linha por alguns quilômetros, circulando na contra-mão.

Em torno das 15:27 horas, quando a primeira locomotiva finalizava a manobra de desvio, os dois comboios se chocaram. A primeira locomotiva estava a uma velocidade de aproximadamente 40 km/h, enquanto a segunda estava a 70 km/h, causando um choque que rompeu a estrutura metálica de ambas as composições, sendo que a locomotiva de São Paulo foi atingida a partir do 4º vagão.

O choque provocou 58 mortes e 140 feridos.

As composiçoes do acidente foram construidas pela Mafersa, denominada série 431 pela (RFFSA), em 1978 (atual CPTM – série 1600). Uma das composições envolvidas no acidente foi recuperada e modificada pela RFFSA, sendo instalada uma janela central em sua máscara frontal (semelhante ao TUE Série 4400). Este trem está aposentado, devido a um incêndio em seu painel elétrico. É conhecido por Tang.

Inicialmente, foi atribuída uma falha humana como responsável pelo acidente. O maquinista da segunda composição estaria trafegando em velocidade maior que a permitida para o trecho, e teria acionado os freios somente a 300 metros da composição que partira de São Paulo, onde o ideal seria a 500 metros. Entretanto, outras investigações apontaram a má sinalização como uma das causas do acidente, já que constatou-se a inexistência de um semáforo (que indicaria atenção ou parada imediata) no trecho que antecedia o nó de mudança de trilhos.

FONTE: https://pt.wikipedia.org