As Locomotivas Alco FA1

As locomotivas ALCo FA-1 foram compradas pela Central do Brasil em 1948, junto a American Locomotive Company e foram númeradas inicialmente de 3201-3212.

Foram utilizadas para tracionar os trens de passageiros ligando o Rio de Janeiro e São Paulo (Santa Cruz) e entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Vera Cruz).

Foram adquiridas 12 unidades de 1500 hp, bitola de 1,60 m equipadas com o motor ALCo 244 (V-12) com parte elétrica fornecida pela GE. O motor diesel foi o mesmo utilizado na locomotivas GE 244 adquiridas na década de 1950.

Possuiam rodagem B-B, com peso total de 108 t e velocidade máxima de 100 km/h.

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Curiosidades

  • Em 1989 foi lançado um modelo desta locomotiva pela Frateschi, com os dois padrões de pintura que a mesma possuir, Central do Brasil (Papo-Amarelo) e RFFSA (vermelho e amarelo).
  • Não existe mais nenhuma locomotiva deste tipo em condições operacionais no Brasil, em 2005 um exemplar encontrava-se no Museu do Trem, mas sem condições operacionais.

Fonte: http://www.wikipedia.org.br

A Locomotiva Vapor 119 Union Pacific

A Union Pacific No. 119 foi uma locomotiva a vapor da classe 4-4-0 que entrou para a história como uma das duas locomotivas (a outra era conhecida como Jupiter) a participar da Cúpula de Promontory durante a cerimônia do Golden Spike em comemoração a conclusão da Primeira Ferrovia Transcontinental.

A No. 119 foi construída em novembro de 1868 pela Rogers Locomotive and Machine Works, de Paterson, Nova Jérsei. A locomotiva foi adquirida pela Union Pacific Railroad.

Fonte: www.wikipedia.org.br

O Acidente Ferroviário de Itaquera

O Acidente Ferroviário de Itaquera ocorreu no dia 17 de fevereiro de 1987, na Estação Itaquera (município de São Paulo), administrada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU)[1]. O choque entre duas locomotivas foi um dos acidentes ferroviários com maior número de vítimas fatais do Brasil.

Histórico Acidente

Incêndio.

O acidente envolveu duas composições: a primeira, de prefixo UW 56, havia partido da estação Roosevelt (atual Brás no município de São Paulo) em sentido a Mogi das Cruzes; enquanto a segunda, de prefixo UW 77, saía do município de Mogi das Cruzes para o centro de São Paulo no sentido inverso. Ambas as composições carregavam em torno de 3000 passageiros cada uma. Em razão da ocorrência de obras de manutenção dos trilhos, a composição que partiu de São Paulo mudou de linha por alguns quilômetros, circulando na contra-mão.

Em torno das 15:27 horas, quando a primeira locomotiva finalizava a manobra de desvio, os dois comboios se chocaram. A primeira locomotiva estava a uma velocidade de aproximadamente 40 km/h, enquanto a segunda estava a 70 km/h, causando um choque que rompeu a estrutura metálica de ambas as composições, sendo que a locomotiva de São Paulo foi atingida a partir do 4º vagão.

O choque provocou 58 mortes e 140 feridos.

As composiçoes do acidente foram construidas pela Mafersa, denominada série 431 pela (RFFSA), em 1978 (atual CPTM – série 1600). Uma das composições envolvidas no acidente foi recuperada e modificada pela RFFSA, sendo instalada uma janela central em sua máscara frontal (semelhante ao TUE Série 4400). Este trem está aposentado, devido a um incêndio em seu painel elétrico. É conhecido por Tang.

Inicialmente, foi atribuída uma falha humana como responsável pelo acidente. O maquinista da segunda composição estaria trafegando em velocidade maior que a permitida para o trecho, e teria acionado os freios somente a 300 metros da composição que partira de São Paulo, onde o ideal seria a 500 metros. Entretanto, outras investigações apontaram a má sinalização como uma das causas do acidente, já que constatou-se a inexistência de um semáforo (que indicaria atenção ou parada imediata) no trecho que antecedia o nó de mudança de trilhos.

FONTE: https://pt.wikipedia.org